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Fé e cuidado emocional podem caminhar juntos?

Fé e ciência não precisam competir. Um texto sobre como a espiritualidade pode fazer parte do cuidado emocional, sem pressa e sem imposição.

Por Alessandra Abreu4 min de leitura

Muitas mulheres chegam com uma pergunta guardada: será que posso falar da minha fé aqui? E outras chegam com a pergunta oposta: e se eu não tiver fé, ainda posso ser cuidada?

As duas perguntas são bem-vindas.

Fé e ciência não precisam competir

Durante muito tempo, parecia preciso escolher: ou se cuidava das emoções com o que a ciência ensina, ou se buscava conforto na fé. Mas, para muitas mulheres, as duas coisas fazem parte da mesma vida.

No meu trabalho, fé e ciência caminham juntas, com naturalidade. A escuta, o acolhimento e o olhar para a história de cada uma se apoiam no que sabemos sobre as emoções. E a fé entra quando faz sentido para você, como fonte de força, sentido e esperança.

A fé como janela, não como cobrança

A fé não deveria ser mais um peso. Não é sobre ter que ser forte o tempo todo, nem sobre esconder a dor. Sentir tristeza, medo ou raiva não diminui a fé de ninguém.

Gosto de pensar na fé como uma janela: um lugar por onde entra luz, mesmo quando a casa está escura.

Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.

Salmo 51:10

E quem não tem fé?

Também é bem-vinda. O cuidado não depende de religião. A fé é parte de quem eu sou, mas nunca é imposta. Cada mulher traz a própria história, e é a partir dela que o caminho é construído.

Um cuidado inteiro

Cuidar do emocional é olhar a mulher por inteiro: a história, os vínculos, o corpo e, quando ela quiser, a espiritualidade. Na Casa Lavanda, dizemos assim: aqui unimos fé e ciência.

Se quiser conversar sobre isso, me chame no WhatsApp. Ou conheça um pouco mais sobre mim.

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Alessandra Abreu, terapeuta integrativa

Alessandra Abreu

Terapeuta integrativa do emocional feminino, em Belo Horizonte. Conduz as rodas de conversa e o grupo terapêutico da Casa Lavanda.

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